O Professor - Capítulo 11

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Oi pessoal! Quem estava com saudade do nosso prof delícia, levante a mão! rsrsrsrsrsrs Algumas pessoas já sabem e outras não, então por isso vou explicar tudo aqui para vcs. Primeiro, precisei demorar mesmo para escrever, tive problemas com a editora que iria publicar Segredos e Traições e por isso cancelamos o contrato. Não fiquem triste. Já estou resolvendo tudo. Preferi assim do que publicar algo sem qualidade. Também estava com um prazo super curto para finalizar Função CEO e por isso parei tudo. Agora estou mais tranquila e já posso voltar a me dedicar a esta fic. Também anunciei lá no grupo do face (Fanfic Tatiana Amaral) que esta seria a minha última fic. Preciso fazer isso para conseguir me dedicar aos livros, mas fiquem calmas pq iriei finalizar esta história, ok? Bom, só me resta pedir para que vcs comentem, indiquem, e tudo o que puderem fazer por mim. Amo todas vcs. Bjs e obrigada pelos quase 70000 acessos aqui no blog. Bjs

Estávamos sentados à mesa numa distribuição estranha e desconfortável. Quando Alice percebeu a coincidência rapidamente bolou algum tipo de plano diabólico. Lógico que ela conhecia muito bem o irmão e com certeza sabia que ele estava furioso, mas me colocar sentada de frente para ele era realmente o fim do mundo. Para piorar a situação o coitado do Jack ficou ao lado do professor Jasper que fazia questão de lhe lançar olhares um tanto quanto ameaçadores. Felizmente a cadeira ao lado estava vazia.

    Não entendi muito bem quando Alice indicou uma cadeira depois da que estava desocupada para que Rose sentasse, mas não questionei sua determinação. Quem pode saber o que se passa na cabeça de uma pessoa como a irmã de Edward? O fato era que Rose ficou ao lado da minha mãe, que estava ao lado do meu pai, seguido pelo Dr. Carlisle e sua linda esposa Esme. Os pais do homem que tiraria a minha virgindade dentro de poucos dias. O mesmo que esteve gozando entre as minhas pernas em seu escritório nesta tarde. Céus! Meu rosto pegou fogo apenas com este pensamento. Era embaraçoso demais.

    Sorvi um longo gole da taça de água e neste momento meus olhos se encontraram novamente com a profundidade cinza que eram os olhos do meu professor. Puta que pariu! Eu queria poder xingar bem alto para tentar aliviar a tensão que percorreu meu corpo diante daquele olhar enfurecido. O que eu havia feito? Ele sabia que Jack era o meu melhor amigo. Será que esta demonstração gratuita de descontentamento era porque eu era a convidada da noite?

    Oh, céus! Será que meu pai falou alguma coisa sobre casamento com um dos filhos do amigo? Merda! Será que Edward estava aguardando sua “futura noiva” e se decepcionou quando percebeu que era eu? Mas que merda era esta que eu estava pensando? Estamos em pleno século XXI, nos Estados Unidos da América e ninguém mais combina casamentos. Pelo amor de Deus, Bella! Foco.

    Ele desviou o olhar e voltou a fingir interesse na conversa dos nossos pais. Eu estava tão tensa que nem conseguia sorrir direito, que dirá prestar atenção ao que diziam. Minha única vontade era fingir que estava passando mal e sair de lá com urgência. Até nisso eu estava em desvantagem. Com um pai médico, eu seria atendida lá mesmo e daria a Edward o gostinho de acompanhar a minha desgraça.

    - Então, Isabella, Edward e Jasper são seus professores? Que feliz coincidência! – Esme, mãe de Edward, me incluía na conversa de maneira gentil. Não sei se devia ficar agradecida ou completamente envergonhada.

    O simples fato de ela mencionar que Edward era o meu professor fazia a minha mente vagar para as atividades extracurriculares que tivemos nos últimos dias. Nossa Senhora! Minha feminilidade começou a me dar sinais de que estava acordada. Como ele conseguia me deixar tão excitada, mesmo deixando claro que não estava contente com a minha presença? Como apenas lembranças provocavam esta reação no meu corpo? E tudo isso na frente do meu pai. Caralho! Eu queria engasgar com a saliva e morrer.

    - Hum! Sim – minha voz praticamente não saiu. Precisei tomar outro gole de água para umedecer as cordas vocais.

    - Na verdade, Esme – professor Jasper tomou a frente. – Edward é o orientador da Bella. Sua ajuda tem sido de um valor inestimável.

    Engasguei. Puta merda! O que ele estava fazendo? Não tive coragem de buscar pelos olhos do meu orientador. Seria revelador demais. Meu pai tinha uma faca diante dele e facilmente alcançaria Edward. Droga! Eu devia mesmo estar muito maluca. De onde fui tirar este pensamento? Meu pai nunca faria uma coisa dessas.

    - Realmente – Rose entrou na conversa me pegando de surpresa. – Professor Edward por que não explica melhor o trabalho que tem realizado com a sua aluna Isabella? – Ela lançou-lhe um olhar assassino. O que estava acontecendo? Era o dia da “caça à Bella”? Ou quem sabe do “Façam o pai da Bella assassinar alguém.”

    Edward pigarreou sem perder a compostura, sorriu educadamente para Rose e desviou a atenção para os meus pais. Sua postura era a imagem perfeita do orientador e editor chefe.

    - No momento tenho trabalhado com Isabella em seu projeto para conclusão do curso. Posso dizer que ela tem feito muitos progressos. – Ah, sim! Com certeza eu progredi muito. Corei de maneira absurda.

    - Acho que deveríamos acreditar nesta parte. – Rose continuou. Edward ergueu uma sobrancelha sem se intimidar. – Quero apenas saber de que forma um professor experiente e que entende melhor do assunto em questão, pode ajudar a sua aluna. Quais as técnicas que usa?

    Ok. Ok. Consegui atingir meu limite máximo de constrangimento. Que porra Rose estava fazendo?

    - Rose... – tentei interromper, Edward foi muito mais rápido. Ele segurava as pontas sem perder sua imponência e sem se deixar levar pela emoção descabida da minha amiga.

    - Isabella está escrevendo um livro, Rosalie. Você, como amiga, deve saber o quanto ela é brilhante como escritora. Inclusive hoje mesmo conversei com minha aluna sobre sua aprovação. Além de seu professor estou tentando contratá-la. Como todos sabem, sou proprietário e editor chefe de uma das maiores editoras do país. Eu e Alice conversamos sobre a possibilidade de publicarmos o trabalho de Isabella tão logo esteja concluído. Claro que teremos que trabalhar nele ainda é necessário que tudo esteja perfeitamente encaixado. E...

    - Ah! Então professor, o senhor pretende dar mais algumas aulas extras a minha amiga? – Sua cara cínica chegava a ser absurda.

    - Aulas extras? – Meu pai parecia intrigado o que quase me fez ter uma sincope.

    - O professor Edward tem me ajudado muito, pai. Como Rose disse, ele possui muita experiência, e o meu sonho é me tornar uma escritora profissional, tenho aproveitado tudo que meu professor tem para me oferecer. Confesso que Rose foi a minha maior incentivadora nesta escolha. Ela sabia o que ele estava fazendo por mim e, mesmo com toda a minha resistência inicial, hoje tenho certeza que não poderia ter feito uma escolha diferente. Era ele. Tinha que ser. – Quase engasguei com esta parte.

    Era difícil confessar tantas coisas, mesmo sabendo que nem todas as pessoas presentes entenderiam as minhas palavras como deveriam ser entendidas. Independentemente de qualquer coisa, Edward sabia que eu estava falando abertamente sobre nossa relação. Ele sim seria o único capaz de entender além das minhas palavras. Neste momento senti que estávamos completamente conectados e que não poderia ser de outra forma.

    Nossos olhos voltaram a se encontrar e com eles a corrente elétrica que nos cercava colocando-nos na mesma sintonia. Era quente, tenso e excitante ao mesmo tempo. Assisti deslumbrada, um leve sorriso se formar no canto dos seus lábios. Edward era meu espetáculo particular.

    - Como eu ia dizendo – continuou mantendo firme a sua fachada de empresário seguro e bem sucedido. – Isabella será a nossa próxima aposta. Se ela concordar, é claro.

    - Na verdade... – Meu pai com certeza estragaria tudo. Droga! – Eu permito que Isabella se divirta com essa história de ser escritora, porém ela precisa colocar a cabeça no lugar. Temos um patrimônio que não pode se perder após a minha morte...

    - Pai! – Olhei-o aterrorizada. Aquela noite estava sendo caótica para mim.

    - Já conversamos sobre isso, Isabella. Eu concordei com esta história de livro, desde que você se interessasse mais pelo seu patrimônio. – Nós íamos começar tudo de novo. Como ele conseguia estragar as coisas assim?

    - Não tenho o menor interesse em administrar hospitais... Quer dizer... Eu entendo a sua preocupação, mas... Pai, eu... Droga! Mãe faça alguma coisa.

    Todos começaram a rir. Ok. Assinei o meu atestado de infantilidade, mas o meu pai é impossível. Só minha mãe para conseguir segurá-lo.

    - Jack está estudando para satisfazer esta sua carência, pai. É o suficiente.

    - Então você terá que casar com ele porque eu não passei anos trabalhando para deixar tudo nas mãos de alguém que não é da nossa família. Sem querer ofender, Jack.

    - Pai! – Quase gritei. Que merda!

    - O que foi? O que eu disse demais?

    - Mãe! – Estava prontinha para começar a chorar ou fugir dali.

     - Ah! Tudo bem, Charlie. Pra mim, um cargo na administração do hospital já está de ótimo tamanho. – Jack, como sempre, salvaria a minha noite. Era por isso que eu amava o meu amigo. – Além do mais, o professor Edward tem razão, Bella é uma grande escritora, e nada melhor nesta vida do que fazer aquilo que nos dá prazer e sua filha com certeza tem encontrado muito prazer... escrevendo – ele, muito discretamente, sufocou o riso. Minha vontade foi de atirar meu copo nele, mas me contive.

   Edward voltou a me olhar, aliás, seus olhos me queimavam de tanta raiva. O que ele esperava? Então o professor Jasper podia saber da nossa história e fazer piada, mas o meu melhor amigo não? Tudo bem que Rose estava pegando pesado, mas não era para tanto. Tudo bem. Meu pai também não estava facilitando em nada.

    - Fico muito feliz em saber de que de alguma forma, nossas famílias estarão alinhadas, Charlie. Eu entendo sua preocupação, veja só: tenho três filhos e nenhum deles quis seguir a minha profissão. Por isso nunca fiz questão de expandir a minha clínica, por outro lado veja que interessante: Esme teve a ideia da editora, quando ainda estávamos namorando. Edward cresceu em meio aos livros e hoje a empresa deles é mais próspera do que a minha. Eu me sinto realmente muito orgulhoso. – Dr. Carlisle sorria amistosamente tornando tudo mais leve.

    - E Isabella será uma escritora renomada, eu posso prever – Alice completou me dando força.

    - E o que mais consegue prever, bruxinha? – Todos olharam na direção daquela figura que tinha acabado de se juntar ao grupo. Fiquei surpresa.

    Parado diante de mim com os braços apoiados na cadeira do Dr. Carlisle, estava Emmett, o namorado da minha melhor amiga. O que ele fazia aqui? Voltei meu olhar para Rose que encarava o namorado e, apesar de absurdamente admirada, também não entendia o motivo da sua presença.

    - Emm? – O silêncio foi cortante. Todos ficaram surpresos com o tom de voz da Rose. Seus lindos olhos verdes esmeralda piscavam numa perfeita cena de filme romântico. Era tão meloso, tosco e ao mesmo tempo lindo.

    - Rose? O que faz aqui? – Ele demonstrou ter gostado da surpresa. Tão diferente de Edward, que ainda não tinha conseguido relaxar.

    - Vocês se conhecem? – Dr. Carlisle perguntou intrigado.

    - Bom... Era para ser de forma diferente, mas... pai, mãe, esta é minha namorada, Rosalie. É uma surpresa para mim encontrá-la aqui – ele riu de maneira estrondosa.

    - Pai? Mãe? – Falamos, eu, Rose e Jack ao mesmo tempo, em seguida começamos a rir com a coincidência que mais parecia uma cena de ficção. Todos nos olharam curiosos.

    - Desculpem-me! – Rose começou – É que não esperávamos... Bom... Eu não sabia que você era irmão do Professor Cullen... É tão... Surreal.

    Meu Deus! Rose estava namorando o irmão de Edward. Justamente o irmão de Edward. Eu bem que poderia desaparecer no ar naquele momento. Se Rose abrisse a boca para falar qualquer coisa eu a excluiria da minha vida. Precisava deixar essa mensagem bem clara para ela.

    - Hum! Então você já conhece o meu irmão? - Ele se abaixou um pouco para deixar um selinho nos lábios da minha amiga que já estava toda derretida.

    Aproveitei o momento para sacar o meu Iphone e mandar uma mensagem via What’s up “não se atreva a contar nada ao seu namorado. Eu mato você”. Ninguém tinha percebido minha atitude, mas ela recebeu a mensagem imediatamente e me olhou com receio. Oh, merda! Ela já tinha contado. Merda! Mil vezes merda!

    “Não foi como você está pensando. Juro! Foi só um comentário sobre um professor depravado não citei o nome dele. Ai meu Deus!”

    Eu, definitivamente, iria matar Rose. Isso se Edward não me matasse primeiro quando descobrisse que seu irmão sabia de toda a sacanagem que andávamos fazendo. Puta que pariu!

    - Bella? Você também? – Emmett sorriu de maneira maliciosa. Precisava manter sua bem boca fechada antes que soltasse alguma merda na frente do meu pai.

    - Emmett, este é o Dr. Charlie, meu amigo. – O Dr. Carlisle fez o imenso favor de esclarecer os fatos. – Esta é a sua esposa, Esme. Pelo visto você já conhece a filha deles Isabella e a afilhada, Rosalie. – No mesmo instante Emmett trocou um olhar estranho com Edward, que apenas balançou a cabeça, negando de maneira quase imperceptível.

    - E este é Jack – Rose fez as devidas apresentações.

    - É. Jack. O guardião! – Meu amigo brincou, mas eu sabia que ele estava dando um recado. Para os dois. Jack sempre foi uma versão mais interessante de irmão mais velho.

     Foi neste momento que meu celular vibrou em minha mão por baixo da mesa. Olhei discretamente a tela aberta indicando que Edward me chamava no What’s up. O que? Eu nem sabia que ele tinha isso. Aceitei e verifiquei o que escreveu. Estanquei chocada.

    “Você tem um pai que quer que case com um cão feroz. Que ótimo! Mande sua amiguinha ficar de boca fechada ou mato vocês duas!

    Caramba! Com essa eu tive que respirar profundamente. Que merda de pressão! Digitei uma mensagem rápida enquanto Alice enrolava meu pai com uma conversa sobre os lucros com venda de livros e tudo o mais que só ela sabia dizer de maneira tão cativante que meu velho sorria enfeitiçado. Ela era mesmo uma bruxinha.

    “Meu pai não quer que eu case com Jack. Ele é só meu amigo. Posso cuidar de Rose, porém não posso me sentir segura quanto aos seus instintos assassinos.”

    - Namorado? – Meu pai incorporou o seu papel “não encoste em minhas filhas”. – Rosalie não me falou nada sobre ter um namorado. Rose?

    - Ah! Tio Charlie, é que Emm... Nós nos conhecemos há pouco tempo e eu não imaginei... Eu... Me desculpe! – Baixou a cabeça completamente resignada. Rose era bem deste tipo: aprontava todas mas quando meu pai aparecia e fechava o cerco, ela fazia cara de menina obediente e arrependida que derretia o coração dele.

    - Dr. Charlie? – Emmett se adiantou para apertar a mão do meu pai, que cumprimentou com cara de poucos amigos então beijou a mão de minha mãe, que ficou encantada. – Sou Emmett Cullen, filho de Carlisle e Esme. Conheci Rosalie há pouco tempo porém confesso que minha alma já esperava por ela.

    Pelo amor de Deus! Este cara sabia como ganhar o respeito da minha mãe e a indulgência do meu pai. Era só o que me faltava. Rose tinha permissão para trepar todos os dias que nem uma louca com um cara que acabou de conhecer enquanto eu tinha minha virgindade vigiada a sete chaves e precisava de um marido escolhido a dedo. Quanta injustiça!

    - E no que você trabalha meu rapaz? Perdão Carlisle, Rosalie é minha afilhada, eu cuido dela desde que seus pais faleceram em um trágico acidente, por favor, entenda...

    - Tudo bem. Sei como é ser pai de garotas tão bonitas, fique tranquilo, meu filho recebeu a melhor educação possível e jamais permitiria que ele se aproximasse de uma filha sua se não fosse com a melhor das intenções. Afinal de contas estamos colocando o meu emprego em risco – eles riram, suavizando o clima.

    - Com certeza. Tenho convicção de que Rose chegou para ficar. Ela trouxe luz para a minha vida. – Se ninguém calasse esse cara eu ia vomitar sobre a mesa. Que romantismo mais brega!

    Jack revirou os olhos e depois sorriu para mim. Segurei a gargalhada que queria escapar, Rose percebeu a nossa reação e não gostou nadinha.

    - Então, professor Cullen... Não entendi como funciona esta sua oferta para a minha amiga. Você está ensinado a ela a arte de... Escrever – deu um sorriso diabólico. – Tornando o trabalho dela mais real. Real até demais para ser sincera. – Puta que pariu! Os olhos de Edward pareciam pegar fogo. – E, após um longo período de aulas exaustivas, onde o senhor se empenhou bastante para torná-las mais... Digamos assim... Profissionais, irá recompensar o desempenho dela com um contrato com sua editora. É isso? Algumas aulas e depois uma relação apenas profissional?

    Os pratos chegaram no exato momento em que Rosalie achou que deveria atacar um pouco mais o meu professor. Ok.  Agora eu ia simular um ataque cardíaco e todos esqueceriam esta conversa desconfortável.

    - As relações profissionais da minha editora, são desenvolvidas por Alice. A ideia de publicarmos não partiu de mim, apesar de precisar do meu aval, minha irmã leu o material e ficou encantada. Realmente será um livro de sucesso. – Ele se voltou na direção do meu pai enquanto falava, ignorando por completo a minha amiga. – Tenho todos os motivos para acreditar no potencial de Isabella, Dr. Charlie, no entanto acho que esta decisão cabe apenas a ela, afinal de contas, sua filha já tem 21 anos e possui maturidade suficiente para decidir o que fazer da própria vida.

    - É óbvio que você confia no potencial dela. Como não poderia? – Mais veneno vindo de Rose.

    - Vamos respeitar a decisão de nossa filha, Edward. – Minha mãe impediu que Edward respondesse Rosalie da forma como ela merecia.

    - Eu também acredito no potencial de Bella. Ela é esperta demais. Aprende rápido. – Jack sorriu e piscou para mim. Suas palavras com sentido dúbio me fizeram corar em cinquenta tons. Meu celular vibrou. Tive medo de verificar a mensagem.

    “Tenho motivo suficiente para estar furioso. O que você fez? Saiu contando para todo mundo o nosso acordo?”

    “Não. Pelo visto você também não se absteve de se confessar com seu amigo. Que droga, Edward!”

    Meu professor se remexeu impaciente na cadeira. Tomos começaram a comer em um silêncio constrangedor. Minha fome era inexistente. Meu celular voltou a vibrar.

    “Nunca deveríamos ter feito isso. Foi um erro enorme e agora estamos à beira de um desastre. Estou com muita raiva, Isabella. Você deveria ter mantido a boca fechada.”

    “Está muito difícil? Como posso te ajudar?” Oh Deus! A mensagem de Jacob quase me levou as lágrimas. Ele nem fazia ideia de como estava complicado. Edward estava arrependido. E se ele desistisse? Eu tinha que conseguir reverter a situação. Mas como se Rose continuava atacando?

    “De boca fechada eu não consigo fazer um monte de coisas que adoro fazer com o senhor, professor” decidi que ser ousada e desviar a conversa para nosso lado sexual bastante forte, seria a melhor solução no momento. Se eu conseguisse distraí-lo talvez o fizesse recuar.

    Olhei-o discretamente enquanto me obrigava a colocar um pouco de comida na boca. Edward olhou a mensagem por debaixo da mesa e suspirou pesadamente. Depois levou uma mão aos cabelos, puxando-os para trás. Logo em seguida nossos olhos se encontraram e eu entendi que tinha atingido meu objetivo. Sorri levemente desviando o olhar.

    “Posso começar a falar sobre o meu curso, sobre o meu trabalho, sei lá, qualquer coisa para ver um sorriso neste rosto pálido” Jack ainda tentava me ajudar.

    “Você consegue fazer Rose se engasgar e ficar de boca fechada? Estou com vontade de matá-la” Digitei rapidamente e comi mais um pouco. Pelo canto dos olhos vi meu amigo rir, ao voltar a olhar na direção de Edward percebi que ele tinha notado que eu trocava mensagens com meu amigo. E parece não ter gostado nadinha desta parte. Seus olhos se estreitaram e meu professor mordeu o lábio inferior me analisando. Era aterrorizante, intimidador e extremamente sexy. Caralho! Minha calcinha estava úmida? Como?

    “Muito divertida a sua conversa com o seu futuro... marido?” Revirei os olhos com esta. Edward estava mesmo sendo infantil a este ponto? Ia começar a escrever uma mensagem quando chegou uma de Rose.

    “Desculpe, mas ele precisa saber que você não está sozinha. Por favor, não me mate. Te amo!” E eu amava a minha amiga, no entanto ela estava destruindo a minha chance de perder a virgindade com o homem que eu mais desejei a minha vida toda. Aliás, o único homem que eu desejei.

    “Não vou te perdoar se abrir sua boca mais uma vez. Entendeu? Estou falando sério. Os: Te amo também” enviei e comecei a digitar a que enviaria para Edward quando Esme me cortou.

    - Então, Bella, fale-nos um pouco sobre o que está escrevendo. Fiquei bastante curiosa com toda atenção que meus filhos estão dando ao seu material. – Se antes eu estava em maus lençóis, agora eu estava “fodida”, para meu azar, não literalmente.

    Como poderia explicar que escrevia as pornografias que aprendia com o filho dela. Santo Deus! Depois de uma tarde deliciosa com o meu professor, estava sendo detonada por todos. Como iria sobreviver?

    - É... Bom... É um romance... É... – tenho certeza que meu rosto estava mais vermelho do que um tomate maduro.

    - Ela escreveu um romance adulto que conta sobre o amor proibido entre um figurão da alta sociedade e a sua secretária. A história tem tudo para dar errado porém Isabella soube conduzir o relacionamento deles com tamanha graciosidade que torna impossível você não se apaixonar e torcer por eles. Você vai amar o livro, mãe – Alice conseguiu desviar a atenção de mim. Serei eternamente grata.

    - Romance adulto? – A mãe do meu professor perguntou curiosa. Com uma sobrancelha arqueada, ela me olhou e em seguida desviou sua atenção para o filho que, constrangido, desviou o olhar fingindo não perceber.

    Se mais alguma coisa de ruim iria acontecer era melhor que acontecesse logo pois eu não suportava mais tanta pressão. Aquele era o momento em que um orgasmo seria mais do que bem vindo. Meu corpo precisava de algo para relaxar ou eu surtaria.

    “Tem como piorar?” Edward enviou a mensagem. Meu coração acelerou. Era demais para ele também. Merda! Meu professor não sobreviveria àquela noite.

    “Edward, por favor, estou super tensa. Colabore um pouco não me fazendo ameaças.” Depois com medo de ele pensar que era um basta, rapidamente escrevi outra mensagem “Tivemos uma tarde tão deliciosa, merecíamos uma noite melhor!” Arrisquei buscar por seus olhos e vi um sorriso mínimo em seus lábios. Ok. Eu sabia virar o jogo. Fiquei deliciada.

    “Você não está colaborando muito. Estou furioso, Isabella, mas tem um jeito de eu começar a me sentir melhor” como assim? Oh, Droga! Do que Edward estava falando? Minha cabeça estava tão fodida que não conseguia formar uma linha de raciocínio coerente.

    - Não está com fome, Bella? – O professor Jasper percebeu o meu desânimo.

    - Na verdade, hoje estou sem vontade de nada professor.

    - Ah, por favor! Apenas Jasper. Somos praticamente uma família agora – piscou para mim. Não sei por qual motivo todos naquela mesa queriam me sacanear.

    Era tão absurdo assim uma garota virgem de 21 anos acalentar o sonho de ser uma grande escritora e pedir ajuda ao seu professor para alcançar seus objetivos? Droga! Ok! Era sim absurdo eu praticamente obrigar o Edward a transar comigo, mas... Puta que pariu! Somos adultos, não somos? Podemos escolher se vamos apenas conversar sobre o assunto ou colocá-lo em prática. Merda! Realmente era foda fazer isso com o professor responsável pelo seu projeto, mas... Mas nada, Bella. Concentre-se na comida e esqueça todo o resto.

    “O que você quis dizer?” não resisti. Era impossível fazer cara de paisagem. Meu pai estava numa conversa animada com o pai de Edward, minha mãe comia enquanto ouvia Esme falar sobre a editora, Rose estava completamente entretida com o namorado e Alice atendia uma ligação atrás da outra. Restava apenas Jack, que fingia não prestar atenção em mim e Jasper que já tinha desistido de tentar me aborrecer.

    “Estou querendo dizer que te comeria de ponta a cabeça, só para te ensinar o significado da palavra segredo, Isabella Swan. E quando acabasse não sobraria nada dessa sua língua grande!” Uau! Essa foi mesmo de arrepiar.

    “Você me deixou cheia de ideias professor Cullen. Se o problema é a minha boca grande, ou  a minha língua habilidosa, não sei o que restará para nós dois.” Enviei e comi um belo pedaço do meu filé, saboreando cada mordida de maneira especial.

    “Está me desafiando ou tentando me distrair? Porque estou ficando ainda mais furioso.” Nossa! Ele era rápido no gatilho. Meu corpo inteiro estava duro, retraído, tenso. Merda! Edward não podia deixar para me intimidar amanhã?

    “Por favor, não fique com raiva. Eu não tenho culpa. Estou sendo massacrada esta noite. O que posso fazer para melhorar o seu humor?” Jack começou a falar sobre as suas aulas, seus planos para o futuro e blá, blá, blá. Meu pai esquecia o mundo quando ele começava a agir como um executivo promissor.

    O garçom se aproximou retirando os pratos e servindo as taças. Desejei desesperadamente um gole de vinho e mesmo sabendo que meu pai me censuraria, aceitei que enchesse a minha. Que se dane. Eu já tenho 21 anos.

    “O que seria capaz de fazer para ser perdoada Srta. Swan? Lembre-se, eu estou realmente furioso.” Respirei profundamente. Tomei um longo gole bebendo quase todo o conteúdo da minha taça, olhei para os ocupantes da mesa, respirei fundo novamente e criei coragem.

    “TUDO” e enviei. Virei o restante do vinho e senti minha garganta protestar com a acidez. O garçom rapidamente encheu minha taça novamente e minha mãe me deu um olhar que quase me impediu. Dane-se! Sou maior de idade. Posso transar com o meu professor se e quando eu quiser.  Ok! Meu pai enfartaria, antes ou depois de atirar em Edward e de me deserdar. Pelo menos eu transaria com o homem que escolhi.

    Virei a taça deixando que o vinho descesse. O celular voltou a vibrar avisando a chegada de mais uma mensagem “Ótimo! Vá até o toalete e tire a calcinha. Quero sentir você em meus dedos. E pare de tomar tanto vinho. Preciso desta boquinha bem esperta.”

    PUTA. QUE. PARIU!

    Parada, a taça de vinho suspensa em direção aos meus lábios, os olhos vidrados no celular e o rosto pegando fogo, pensei, por um átimo de segundo, se deveria ou não obedecer. Edward só podia estar maluco mesmo. O que iria fazer? Estávamos com nossos pais sustentando a imagem de aluna e professor. Santo Deus! Mesmo assim, eu estava super, mega, hiper, máster excitada. Por que não tirar a calcinha? Ela não serviria para mais nada mesmo!

    - Com licença – com o celular nas mãos, levantei para cumprir a minha tarefa.

    - Bella? – Minha mãe me olhou com ar desconfiado.

    - Preciso ir ao toalete – meu rosto ainda estava completamente vermelho. Só não sabia se era de excitação ou vergonha. Cheguei rapidamente à conclusão de que era a primeira opção.

    Caminhei o mais rápido possível, entrei na primeira cabine, arranquei a calcinha descartando-a na lixeira, o que era realmente uma pena e saí. Olhei no espelho. Meu Deus! Minha cara me entregava. Meu rosto vermelho e os olhos brilhantes deixavam claro que ali estava uma garota prestes a ser comida, ou não, porém com certeza, prestes a ter um orgasmo arrebatador, como só Edward podia proporcionar.

    - Calma Bella! Você vai voltar para a mesa e obedecer a tudo que ele ordenar. É importante. Edward está nervoso e parte disso é sua culpa. Tudo bem, não muito, um pouco sim. Tá, tá certo! Edward fica nervosinho sem motivos, mas você quer ir até o fim, não quer? – Concordei com a minha imagem no espelho. – Ótimo! Quem sabe não conseguiremos ir um pouco além do fim... Quem sabe?

    Molhei o rosto, evitando manchar a maquiagem, deixei que um pouco de água diminuísse a temperatura em meu pescoço e nuca. Respirei fundo trocentas vezes. “Ok! Hora de me entregar aos serviços do meu professor delícia”. Dei risada sozinha e fui em direção à porta então Rosalie apareceu.

    - Rose! – Fiquei sem saber como reagir. Será que ela iria perceber o que eu estava prestes a fazer?

    - Ok. O que vocês estão tramando? – Minha amiga me encarou com olhos desafiadores e os braços cruzados no peito.

    - O que? Como... Você... Pelo amor de Deus Rose! O que você acha que está fazendo? Acredita mesmo que pode me interrogar? Por um acaso eu te questiono quando você convida o seu namorado para passar a noite lá em casa? – Minha amiga recuou, porém seus olhos continuaram duros.

    - Ele não é seu namorado, Bella. Pense bem no que está fazendo. Sei que vai se magoar.

    - E como espera evitar isso? Desafiando Edward? Tornando a nossa noite um inferno? Francamente Rosalie!

    - Sei que passei do limite, Bella, estou com medo por você. Eu te amo como uma irmã. Sua família é a única que eu tenho, não quero ter ver sofrer quando aquele cretino sumir da sua vida.

    - Por acaso sabe quantos anos eu tenho? – Gritei em resposta. – Estou cansada de todo mundo tentar resolver a minha vida, de tomar as decisões por mim. Estou cansada. Eu já me decidi Rosalie, nem você nem ninguém vai conseguir me deter, entendeu? – Os olhos de minha amiga encheram de lágrimas. Ficamos nos encarando sem conseguir dizer mais nada. – Com licença, preciso ir.

    - Ele foi embora. – Rose não me impediu de passar, mas suas palavras me detiveram. – Disse que tinha um problema sério para resolver e foi embora. Qual vai ser a sua desculpa? – Estava em choque.

    Edward foi embora? Como pôde? Por que? Não sabia como agir, o que responder nem esperar? Minha confusão era visível.

    - Sinto muito! – Rose entendeu o meu abatimento.

    - Preciso voltar – foi só o que consegui dizer.

    Saímos juntas, sem dizer nada. Foram apenas três passos e fui abordada pela recepcionista do restaurante.

    - Isabella Swan? – Eu e Rose paramos surpresas olhando para a funcionária.

    - Sim.

    - Por aqui, por favor – ela indicou uma porta de acesso exclusivo dos funcionários.

    - Espere! – Rose a interrompeu. – Como assim por aqui? O que significa isso?

    Olhei para os lados tentando descobrir porque ela queria me tirar do salão principal. Imediatamente minha mente me levou a Edward.

    - Desculpe senhorita.  Recebi ordens para acompanhar a senhorita Swan.

    - Mas não vai mesmo! – Rose deu um passo à frente.

    - Tudo bem Rose – minha amiga olhou assustada em minha direção. Logo ela também entendeu. Levou alguns segundos para que chegasse a conclusão de que o melhor a fazer era me ajudar.

    - E o que eu faço?

    - Não sei. Pense em algo. Por favor!

    - Tudo bem. Deixe comigo. Mas você vai ficar me devendo uma.

    - Você já me deve várias – rebati.

    - Mas você não precisou passar pelo que vou passar para te encobrir – ela piscou. Oh, Deus! O que ela iria aprontar? Eu não podia ficar para descobrir.

    - Obrigada! – Abracei minha amiga e em seguida acompanhei a garota que me aguardava ansiosamente.

    Só olhei para trás no momento em que ouvi o barulho de pratos caindo e algumas pessoas falando um pouco mais alto. Ainda consegui ver minha amiga Rosalie caindo no chão com diversos pratos ao seu redor e as pessoas correndo em sua direção. Nossa Senhora! Rose era capaz de tudo. Sorri. Tinha certeza que ela não estava machucada. Não de verdade. Seria uma excelente distração.

    Rapidamente a garota me conduziu pelas portas duplas e eu estava numa sala imensa, abafada e barulhenta com várias pessoas andando para todos os lados, conferindo pratos, panelas, papéis... Uma verdadeira loucura organizada. Ela me conduziu, desviando-nos de um ou outro funcionário, que não paravam para analisar a minha presença, até chegarmos num corredor escuro, demos alguns passos e uma porta se abriu.

    A claridade me cegou por alguns segundos, mas não pude deixar de notar a figura imponente. A garota fechou aporta atrás de mim, deixando-me sozinha com aquele homem perfeito que me olhava com olhos que me queimavam e devoravam ao mesmo tempo. Nunca antes ele tinha me olhado assim. Era como se eu estivesse sem roupas.

    - Edward, como?

    - Shiiiiiiiiii – ele avançou na minha direção me fazendo recuar. Com o dedo indicador calou meus lábios. – Não diga uma palavra, Isabella. Eu estou com muita raiva e desesperado por você. Então, por favor, não fale nada, porque eu não sei se te dou umas palmadas ou se te como até não sobrar mais nada da minha aluna.

    Edward me beijou com força, desejo, emoção... Incendiei. Suas mãos suspenderam meu cabelo, liberando meu pescoço para o seu prazer. Sua língua invadiu minha boca, me explorando profundamente. Era impossível acompanhar tantas informações.

    Ele estava em todos os lugares, me forçando, conduzindo e submetendo completamente a sua vontade. Era como seu eu fosse uma boneca em suas mãos, como se estivesse ali somente para aplacar aquele fogo que o consumia e ao mesmo tempo, como se apenas eu pudesse estar naquela posição. Nenhuma outra mulher poderia ocupá-la.

    Mesmo me mantendo de maneira tão vulnerável, Edward sabia como fazer para que eu me sentisse única. Ele me devorava com toques, mordidas e beijos alucinantes gemendo descontroladamente. Quando suas mãos, finalmente, subiram por dentro de minha saia, tocando o interior de minhas coxas, uma pela frente e a outra por trás, chegando as duas em meu sexo ao mesmo tempo por pontos diferentes, pensei que não resistiria. Liberei seus lábios com um gemido inacreditavelmente carnal.

    - Ah, Bella! Minha menina! Exatamente como eu queria. Sem barreiras, quente e molhada.

    - Edward...

    - Shiiiiii! Não fale – sua ordem fez meu corpo vibrar.

Ele foi bruto, firme e deliciosamente sexy. – Calada, Isabella!

    Puta que pariu! Quase tive um orgasmo. No momento em que ele me calou, seus dedos deslizaram pressionando meu clitóris. Gritei me deixando levar pela emoção.

    - É assim que você gosta, não é? Gosta que eu te toque sua safada? Gosta de me irritar só para me deixar louco de tesão?

    Mordeu meu lábio inferior puxando-o com força. Gemi um misto de prazer e protesto, mas Edward me penetrou com um dedo, indo mais fundo do que já tinha ido até aquele momento. Todo o meu interior tremeu, o familiar formigamento e calor que iniciava no centro do meu corpo atingindo rapidamente toda a sua extensão, começou a se manifestar. No entanto, meu professor fez questão de impedir, se afastando o suficiente para que eu me sentisse abandonada. Sua mão segurou em meu queixo, apertando minhas bochechas, mantendo-me calada.

    - Agora eu vou dizer o que quero fazer com você, Isabella. Ou melhor, o que quero que você faça. Talvez assim aprenda a abrir esta boca deliciosa só quando for necessário. Entendeu? – Mal consegui balançar minha cabeça para indicar que tinha entendido.

    A pressão que ele exercia em minha mente, ao invés de me intimidar, me deixava ainda mais excitada. Eu queria atender a sua vontade. Ser a garota malcriada, teimosa, mimada, que merecia ser punida por aquele homem autoritário, decidido e seguro de si. Queria que ele me ordenasse simplesmente porque queria cumprir todas as suas ordens, apenas para vê-lo gozar se perdendo de desejo em mim. Eu faria o que fosse preciso para atingir este objetivo.

    - De joelhos! – Puta merda! Se ele continuasse me dando ordens desse jeito eu gozaria sem precisar de seus dedos incríveis. – Agora!

    Caí de joelhos diante dele sem questionar. Edward visto da posição em que estava era ainda mais imponente. Ele me olhava com olhos arrogantes, perversos e quentes. Uma mão agarrou meus cabelos, prendendo-os possessivamente sem me machucar. Seus olhos não deixavam os meus e seu polegar correu meus lábios entreabrindo-os numa carícia sensual.

    Ele introduziu o dedo em minha boca, submetendo-me com seu olhar severo e deliciosamente excitante. Imediatamente fechei meus lábios chupando seu dedo como se fosse o seu próprio sexo. Lentamente, deixei que minha língua o saboreasse. Edward fechou os olhos deliciado com a minha submissão ousada e quando os abriu eu não o reconheci mas adorei sua postura. Todas as minhas células entraram em combustão, vibrando descontroladas, chocando-se umas com as outras correndo pelas minhas veias me tirando da realidade.

    Ele retirou o dedo mantendo-me firme com a outra mão e paralisada com seu olhar. Ouvi quando sua calça foi aberta, sem me atrever a desviar os olhos. Eu sabia o que ele queria e eu também queria mais do que qualquer outra coisa. Salivei apenas com a ideia. Era brutal demais ou talvez vulgar demais, salivar com o desejo de sentir o pau do meu professor em minha boca? Não. Era simplesmente o que eu era quando estava com ele.

    - Abra a boca! – Ordenou. – Me chupe, Isabella. – Suas palavras saíram como se ele não conseguisse pensar em outra coisa. Como se receber meus lábios em seu pênis fosse o único jeito de encontrar paz. Obedeci imediatamente. Eu daria o que ele precisava.

    Deslizei meus lábios pela sua extensão, sentindo-o em minha língua, lábios... Ele estava absurdamente duro e pulsante. Eu sabia que Edward estava em seu limite e que não demoraríamos muito, mesmo assim não me senti intimidada. Faria o que fosse necessário para tornar aquele momento perfeito. Sem tocá-lo, mantendo minhas mãos sobre minhas coxas, suguei-o com vontade, correndo minha língua em uma carícia tão intima que suas pernas fraquejaram.

    Edward dobrou os joelhos e fechou os punhos em meus cabelos. Sua mão livre buscou apoio na porta atrás de mim. Ele gemeu reverberando em meu íntimo. Quanto mais ele gemia mais me sentia estimulada. Como se seus sons conseguissem me tocar, me acariciar. Oh, merda! Eu queria gozar junto com ele. Eu seria capaz de gozar apenas sentindo-o em minha boca. Meu corpo inteiro dava sinais disso.

    Ele segurou com força em meu cabelo ditando os movimentos, fodendo minha boca, entrando e saindo em estocadas lentas, cada vez mais profundas. Seus quadris se mexiam, rebolando em cada investida, minha cabeça ainda imobilizada por sua mão. Meus únicos movimentos eram sugar e massagear com a língua o seu comprimento.

    Não consigo descrever a sensação de tê-lo em minha boca enquanto o observava me foder. Edward estava completamente vestido com a exceção do seu pau que se encontrava em minha boca. Eu o olhava com aquele terno caro, sua gravata perfeitamente posicionada, sua camisa impecavelmente passada e seus cabelos em sua bagunça habitual e, no entanto, nada desalinhado no melhor estilo “Eu sou um figurão podre de rico!” Lindo! Edward era lindo! E ele estava ali, só meu, entrando e saindo da minha boca repetidamente. Eu sou mesmo uma garota de sorte.

   Era tão estimulante que involuntariamente comecei a rebolar os quadris lentamente, como se suas estocadas fossem na verdade em meu sexo. O atrito das minhas coxas, pressionando minha boceta molhada e os movimentos que realizava iriam me levar rapidamente ao êxtase. Ele apertou minha nuca, segurando com força meus cabelos.

    - Ah não! Não goze sua espertinha. – Afundou seu pau em mim mantendo-me firme pela nuca e gemendo ao mesmo tempo. – Você não tem permissão para gozar Isabella. Abra as pernas! – Mesmo contrariada não tive como desobedecer sua ordem tão torturante e deliciosa.

    Edward colocou seus pés entre minhas pernas evitando que eu conseguisse juntá-las outra vez e reiniciou as estocadas, com mais força e velocidade. Sem muita opção, levantei as mãos segurando-o pela base, sentindo seu saco se recolher deliciado com o toque e o suguei com força. Éramos nós dois no mesmo trabalho. Ele me conduzindo e eu devorando-o. Seu líquido pré-ejaculatório lubrificava a minha boca. Logo ele não aguentaria mais se segurar. Desviei meus lábios, libertando-me. Ele me olhou sem reagir.

    - Ah professor Cullen, fodendo a boca da sua aluna enquanto o papai dela aguarda pacientemente do lado de fora? Quanta decência! – Sorri maliciosamente para ele pronta para ser repreendida. Edward ficou sério me olhando abismado, em seguida o sorriso mais sacana que ele já me deu brotou de seus lábios. Um calafrio correu meu corpo e se alojou entre minhas pernas abertas em meu sexo latejante.

    - Exatamente, sua devassa. Agora coloque meu pau de volta nessa boquinha deliciosa e trabalhe.

    Foi o que eu fiz. Sem saber como ou de que forma, recebi Edward completamente em minha boca, em minha garganta, me invadindo com a mais pura luxúria. Suguei, lambi, mordisquei, chupei de todas as formas possíveis.

    - Ah, Isabella! – Gemeu meu nome com devoção. – Assim! Não pare! Não pare! – Toda a sua petulância tinha ido embora. Eu tinha desarmado o homem punitivo e arrogante. Este tinha ficado para trás, deixando diante de mim apenas um Edward perdido de desejo e entregue nas mãos da garotinha inexperiente.

    Então ele gozou. Forte, abundantemente, pulsando em minha boca e escorrendo por minha garganta. Não parei até que todo o seu líquido tivesse sido consumido, até que tivesse engolido cada gotinha do seu gozo. Nunca antes Edward teve um gosto tão maravilhoso. Era o sabor do desejo, da luxúria e da paixão. Jamais me esqueceria daquele sabor.

    - Venha cá!

    Meu professor me puxou para cima enquanto eu ainda estava perdida na sensação se seu gozo em minha boca. Levantei atordoada, mal me mantendo sobre as minhas pernas, sem entender o que fazia ou o que ele queria.

    Sem aguardar que começasse a reagir, Edward me virou de costas para ele e seus dedos alcançaram o centro das minhas pernas, pressionando meu ponto de prazer. Gritei em resposta ao estímulo inesperado.

    - Isso, Isabella. Grite! – Seus lábios estavam em minha orelha e seu hálito quente atiçava ainda mais minha libido. Edward deslizou os dentes em meu pescoço me causando arrepios.

    No mesmo instante todo o meu corpo e minha mente despertaram. Seus dedos acariciavam minha boceta e pressionavam meu clitóris. Sua outra mão me segurava, colando-me ao seu corpo, seus lábios devoravam meus ombros e pescoço. Quando seu dedo do meio me invadiu, sem nenhum aviso ou cuidado, um grito escapou de minha garganta, eu não recuei. Sentindo-o tão dentro de mim, não resisti e comecei a rebolar em seu dedo. A sensação era única e indescritível.

    - Quer perder a virgindade sua doida? – Ele retirou o dedo, mas não deixou de me acariciar daquela maneira prazerosa e sensacional que somente suas mãos conseguiam fazer.

    - Quero Edward. Por favor! Por favor! – Choraminguei. – Eu quero que você me coma. Aqui. Agora! – Projetei meus quadris na direção da sua mão que massageava meu sexo sem cessar. Ele riu em meu pescoço e este pequeno ato fez com que minhas pernas tremessem.

    - Eu acabei de gozar Bella. Como posso atender a um pedido tão urgente? – Mordeu meu pescoço e mais uma vez introduziu seu dedo, só que desta vez com cuidado, alisando minhas paredes enquanto seus outros dedos massageavam meus lábios vaginais. A palma da sua mão roçou meu clitóris. Era uma mistura intensa de estímulos. – Gosto da sua temperatura. De sentir você molhadinha! – Me puxou para si intensificando o contato de sua mão. Gemi intensamente sem o menor pudor. – Rebole em meus dedos! – Sussurrou em meu ouvido. Caralho! Era tão... Orgástico! Obedeci sem saber ao certo como fazer. – Assim!

    Edward acompanhou meus movimentos com seus quadris, me fazendo mexer da forma como ele queria. Eu ia e voltava seguindo seus passos e seus dedos se movimentavam no mesmo ritmo, entrando e saindo, apertando, pressionando, acariciando minhas paredes pulsantes. Fechei os olhos e me deixei levar, rebolando até atingir o limite máximo de prazer.

    - Assim, Bella! Goze linda! Goze em meus dedos.

    Ele se agachou, rebolou junto comigo e me impulsionou para frente, fazendo com que sua mão se esfregasse em meu sexo e seu dedo apertasse um botão dentro de mim que me levou à loucura. Gritei seu nome gozando descontroladamente. Meu corpo não conseguia mais se sustentar, se desfazendo em seus dedos. Edward me manteve firme em seus braços dando beijos leves em meu rosto, ombro e cabelos até que finalmente eu conseguisse voltar à realidade.

    - Puta merda! – Deixei escapar não consegui encontrar outra forma de expressar o que eu sentia. Edward riu testando minhas pernas para saber se eu conseguia me firmar sem sua ajuda. – Desculpe-me!

    - Tudo bem, Isabella. Estou começando a me acostumar com essa sua boca absurdamente suja. – Ele acariciava meus cabelos colocando-os no lugar.

    - Uma vez você disse que esta era uma boa hora para xingar. – Olhei para meu professor que exibia uma expressão mais relaxada e sorria para mim. – Como estou?

    - Como uma mulher que acaba de ter um puta de um orgasmo. – Ele endireitou as próprias roupas, se recompondo.

    - Meu pai não vai gostar nem um pouco disso. – Ele riu e se aproximou prendendo-me entre seus braços, apoiando-se na parede. Recuei. Eu conhecia aquela cara.

    - Nós precisamos conversar.

    - Edward!

    - Precisamos conversar Isabella!

    - Tudo bem, mas não aqui nem agora. Nossas famílias estão lá fora. – Eu rezava para que Rose tivesse conseguido tirá-los de lá. – Precisamos voltar. Aliás... como você...

    - Sou o dono do restaurante – respondeu sem pestanejar. Abri a boca, chocada com a informação, porém não tive tempo de processá-la.

– Precisamos urgentemente ter esta conversa Bella.

    - Eu vou escrever o último capítulo. Não precisa ficar tão preocupado.

    - Não é... Droga, Bella! O que você está tentando fazer?

    - Eu? O que você está tentando fazer, me atraindo para um quarto no fundo de um restaurante que só agora fico sabendo que pertence a você. O que é isso, Edward? Você costuma comer suas namoradas aqui depois de trazê-las para jantar? – Estava mais furiosa do que pensava.

    - Bella! Não! Você... Quer parar de tentar me confundir?

    - Não estou tentando confundi-lo. – Meu celular estava no chão, não sei como nem porque, muito menos quando, mas ele estava lá e começou a vibrar. Peguei rapidamente o aparelho, 15 ligações perdidas. Como isso foi acontecer?

    - Não atenda.

    - É o meu pai. Eu tenho que atender.

    - Merda, Bella! Não atenda.

    - Oi pai! – Me encolhi sob o olhar enfurecido do meu professor.

    - Bella! Onde você está? – comecei a tremer imediatamente. Puta que pariu! Ele iria desconfiar de alguma coisa.

    - Estou no restaurante, eu...

    - No restaurante? Rose sofreu um acidente. Estamos todos no hospital – Graças a Deus!

    - Hummm! É grave? O que aconteceu? Eu achei estranho ninguém mais estar aqui, estou ligando e ninguém atende... – Era assim que acontecia quando inventava uma mentira, eu simplesmente me perdia nela e ficava falando sem parar.

    - Não. Na verdade não foi nada. Achamos fosse algo sério já que ela ficou gritando que estava doendo, mas... Ela está bem. Logo estaremos em casa.

    - Ótimo! – Reprimi o riso. – Vou pegar um taxi e encontro vocês lá. Te amo!

    Desliguei rindo do que minha amiga tinha aprontado, Edward me encarava com raiva.

    - Ah, acho que preciso ir. – Seus olhos se estreitaram e ele parecia incrédulo com a minha atitude. Ri. – Rose é incrível! A barra está limpa! Podemos sair pela porta da frente e sem chamar atenção. – Ele passou as mãos pelos cabelos puxando-os de leve.

    - Você um dia ainda vai me deixar maluco Isabella.

    - Não fique com raiva – pedi. – Infelizmente não temos tempo para mais uma brincadeirinha, professor Cullen. – Sorri debochada. Ele me encarou sem reação. Depois balançou a cabeça e riu.

    - Não sei como pude deixar você me envolver nesta loucura.

    - Edward! – implorei para que não recomeçasse. Faltava tão pouco.

– Preciso ir embora.

    - Eu vou levar você.

    - Não! – Quase gritei. – Quer dizer... E se meu pai estiver chegando.

    - Pare com isso, Bella! Você já tem 21 anos. Qual é o problema de eu te levar para casa. Seu pai já me conhece, aceitou o namoro entre a Rosalie e Emmett, que é o cara mais irresponsável que já conheci em toda a minha vida.

    - Mas você não é meu namorado – me arrependi imediatamente ao dizer isso.  Eu era uma idiota! Edward puxou o ar com força me encarando.

    - É esse o problema? – Oh, não! Não! Ele iria me deixar se eu confessasse o quanto o queria. Se descobrisse que eu estava tão apaixonada ele...

    - Edward... – Ele deu um passo em minha direção e acariciou meu rosto.

    - Bella, eu... – meu celular voltou a vibrar. Era uma mensagem de Rose.

    “Acabou o seu tempo. Recebi alta estamos indo para casa.”

    - Merda! Preciso mesmo ir. Falo com você depois, pode ser? – Ele ainda me encarava com uma expressão indecifrável. Havia algo mais naquele olhar.

    - Tudo bem. Vou te ligar mais tarde. Por favor, atenda!

    - Se eu não puder atender, mando uma mensagem – ele concordou.

    Abri as portas, sentindo as pernas ainda trêmulas e praticamente corri para fora do restaurante. Eu estava sufocando. A forma como Edward me olhou foi diferente, linda, romântica, carinhosa, foi... Apaixonada? Eu só podia estar louca. Estava tão apaixonada por ele que imaginei aquele olhar porque desejava mais do que tudo que fosse verdade. Eu precisava sair dali. Fugir e reerguer as minhas barreiras. Rose tinha razão. Eu sofreria no final. E o final estava muito próximo.






11 comentários:

Tina disse...

PUTA QUE PARIU kkkkkk eu acho que morri com esse capítulo. Esses dois são perfeitos juntos, tão louco, tão bandido, tão selvagem, mas ao mesmo tempo tão lindo, tão romantico, tão cheio de desejo! Parabéns pelo belo capítulo, ansiosa pelo próximo. Beijos, Tina.

Michele Mello disse...

Ameiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!Preciso saber o resto.....kkkkk!!bom d+ Tati!!!Muito ansiosa pelo próximo capítulo!!bjs

Any Athayde disse...

ameiiiiiiiiii preciso de mais... gente Rose merece o meu respeito rsrs..Bella e Edward estão me dando nos nervos.. esses dois ficam que nem gato e rato aiai.. todos já viram que eles estão caidinhos um pelo outro.. rsrs parabéns pelo capítulo maravilhoso Tati :)

Claudia Mendes disse...

EU não acredito no q fizeram com a pobre da Bella nessa mesa, coitada, além d ser tenso o momento, Rose sua melhor amiga ainda estava fazendo aquilo com eles, p mim isso não foi p ajudar como ela disse q foi...
E Edward? Pq ficar bravo com ela será q ele não percebeu o qnto estava sendo difícil p ela?
E p completar eles foram mais uma vez interrompidos... Fico só esperando o momento q ele vai se declarar p ela, pq já ta na hora ne?
Agora um pequeno comentário sobre esses dois se enroscando no restaurante... O quê q é isso? Q homem é esse Tati? Kkkkkkkkkk....

Claudia Mendes disse...

Acho q nós merecemos um capitulo novo até o fds, o q acha da idéia amiga Tati? kkkkkkkkkkkk.... Seria tipo uma compensação por estarmos tanto tempo esperado!!!
:)

Valeria Jorge disse...

Nossa fiquei sem folego.... AMEI!!!!! Que capitulo, que professor eh esse???? Voce eh demais!!!!! bjs e mto obrigada pelo capitulo 11. Escreve logo o 12...hehehe

Vanessa disse...

Amei o capitulo! Vc comentou no começo q precisava terminar a fic "função CEO", então por favor me esclarece minha ignorância, vc finalizou ela pro livro? Não tá postando ela em nenhum local não, né? Se tá, por favor me diz onde, pq eu adoro função CEO! Outra coisa, fiquei triste em saber q essa é sua ultima fic, mas já q vc pretende se dedicar aos seus livros e tá sem tempo, então acho q é mesmo o q tem q fazer, não adianta querer abraçar o mundo né! Fico triste pq gosto de suas fics, mas estou vendo q vc tá sem tempo de escreve-las e passando muiito tempo sem postar, e nós leitoras ficamos muito ansiosas e confesso q as vezes um pouco desmotivada em continuar a ler, mas tb fico muito feliz por vc se dedicar aos seus livros e desejo q eles sejam um sucesso e vendam muito, pq vc merece, é uma excelente escritora! Ah, flor, só finalizando, não demora muto a escrever o proximo capitulo, please! rsrsrs

Pati Schocair disse...

OLÁ TATI. BOM DIA!!
UAU!!! QUE PROFESSOR DELÍCIA!!
CARACA A EU COM UM PROFESSOR DESSE NOSSA... MINHA PERDIÇÃO. KKK...
ATÉ EU PERDERIA A MINHA VIRGINDADE COM ELE.
MUITO BOM. ESTOU AMANDO A FIC.
BEIJOS.

Stéphanie Cruz disse...

Adorei e muito..
Ansiosa para ela perder a virgindade kkk
E ele pedi ela em namoro também.
Muito Bom
Bjos

Tatá disse...

Oi Tatiana, que surpresa maravilhosa poder ler, finalmente, mais um capítulo dessa história que me encantada desde o começo. É tão animador ter a certeza que, por mais que demore a atualizar, a história terá sim uma continuação, um final escrito e postado, um final feliz para esse casal tão confuso e ao mesmo tempo tão completo. É tão angustiante e desesperador para uma leitora tão curiosa como eu, esperar tantos dias por uma nova postagem, e mesmo assim ao terminar de ler o capítulo continuar necessitando de mais... Acho que isso é o que escritoras como você despertam nas pessoas, a vontade de ler sem medidas! Eu espero sinceramnte que tudo corra bem em relação a suas outras obras escritas e futuramente publicadas por meio de livros, parabéns por conseguir ser tão boa no que faz.
Sobre o decorrer da história eu me vejo ruendo unhas pela tão esperada perca de virgindade e primeira noite de amor completa dos dois, acho que nosso professor vai ter muito que aprender nesta data. Beijos :*

Claudio Elias Do Nascimento disse...

Jesus Cristo Esta Voltando!!!

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