O Professor - Capítulo 5

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POV Bella

    Puta que pariu! Meu professor queria acabar com a minha capacidade de raciocínio. Como ele podia acreditar que somente passar sua língua por partes tão sensíveis do meu corpo seria o suficiente? Só podia ser uma brincadeira parar justo agora?Não. Eu não suportaria mais nem um segundo. Se ele havia despertado todos estes sentimentos em mim que aguentasse o rojão.
    Peguei a caneta e, sem esperar por mais nada tracei setas em meu corpo sinalizando onde gostaria que sua língua percorresse. Só não imaginei que minha atitude fosse deixá-lo daquele jeito. Edward olhou para mim e depois para as setas, sabor caipirinha, que eu tinha espalhado pelo meu corpo. Quando seus olhos voltaram para os meus, o que existia era apenas desejo. O homem prudente e cauteloso desapareceu dando espaço ao ser selvagem que me encarava. Lentamente ele passou a língua pelos lábios. Perguntei-me se meu professor tinha consciência dos seus atos ou se até isso tinha sumido.
    Rapidamente me dei conta de que se eu podia vê-lo assim, como será que ele me via neste momento? Senti minha respiração pesar. Eu respirava com dificuldade. Todo o meu corpo, cada órgão, cada tecido, cada célula, trabalhava com uma única finalidade: Prazer. Deus! No que eu tinha me tornado. Mas como não me sentir desta forma tendo um professor tão competente quanto Edward. Competente até demais.
    - O que você pretende com isso Isabella? – Era impressão minha ou a voz dele tinha assumido um tom mais... Duro? Rouco? Forte? Sensual? Eu poderia ter um orgasmo apenas com aquela voz em meu ouvido.
    Eram tantas sensações novas que eu mal conseguia administrá-las.  Era possível gozar sem ser tocada? Comecei a acreditar que sim. Pelo menos com Edward esta era uma afirmativa correta.
    - Quero tudo o que você puder me dar, Edward. – Nem conseguia acreditar nas palavras que saíam de minha boca, se bem que eu tinha consciência de que coisas mais absurdas e muito mais pornográficas poderiam sair dela neste momento.
    Meu professor puxou o ar com força e passou as mãos pelos cabelos. Aqueles dedos longos me fizeram imaginar coisas até então impensáveis. Fechei os olhos sem saber como administrar minhas reações. Tive medo de parecer ridícula demais para ele.
    - Abra os olhos – mais uma vez aquela voz carregada fez a minha pele se arrepiar. Obedeci sem pestanejar. Ele estava mais feroz do que nunca.
    - Eu não posso dar a você tudo o que eu gostaria, Isabella. – Ele recusou, mas não se afastou nem um centímetro. Apenas o fato de deixar claro que ele gostaria de me dar o que eu desejava mas não podia me deixou ainda mais excitada.
    - Edward... – Aproximei-me de seus lábios. Ele não recuou. – Eu quero você – sussurrei completamente envergonhada por admitir minha obsessão.
    - Puta que pariu Isabella!
    Antes que eu pudesse reagir ele cobriu minha boca com a sua. Foi um beijo selvagem, cheio de fome e desejo. Edward me segurou pelos quadris puxando-me com força de encontro a ele. Imediatamente senti a sua ereção no meio das minhas pernas. Mesmo através das roupas eu podia senti-lo com bastante intensidade.
    Ele voltou a me deitar sobre a mesa, seu corpo me acompanhou sem deixar que o peso fosse um incômodo. Quando minha cabeça encostou no tampo, ele abandonou meus lábios e desceu com a língua em direção às setas. Respirei fundo deixando com que meus dedos encontrassem seus cabelos. Deliciei-me com a sensação dos fios sedosos entre meus dedos no momento em que sua língua recolheu a primeira seta por cima do volume dos meus seios.
    Gemi sem pudor. Meu corpo queimava e o meio das minhas pernas latejava em contato com seu sexo rígido se movimentando lentamente causando uma fricção deliciosa. Ele também gemia baixinho, cada gemido fazia com que o sangue do meu corpo circulasse com mais velocidade.
    Quando Edward conseguiu eliminar as setas que envolviam meu seio direito, sua mão substituiu a língua, em carícias ora fortes e possessivas ora gentis e calmas, enquanto recomeçava todo o processo em meu seio esquerdo. Arfei levantando o corpo de encontro a seus lábios. Ah Deus! Eu estava sedenta, o prazer borbulhando por todos os lados, e ainda queria mais, muito mais. Queria ir muito além, queria muito mais daquilo.

POV Edward

    Perdi tudo o que restava da minha capacidade conter o efeito de Isabella sobre mim. Não dava para ser tão certinho quando ela me falava daquele jeito. Merda! Eu era seu professor, era mais velho e ainda por cima o responsável pelo seu projeto final. Onde estava com a cabeça? Bem... No momento minha cabeça, assim como todo o meu corpo se concentrava em um único ponto: Isabella.
    Enquanto ela gemia sob o efeito da minha língua em seus seios, isso sem que eu nem mesmo os tivesse tomado para mim de verdade, como tanto desejava fazer. Permiti que meu corpo sentisse um pouco mais do dela. Eu podia sentir todo aquele fogo no meio das suas pernas queimando nossas roupas e implorando por mais. Fiquei louco!
    Sem pensar duas vezes deixei que minha mão ultrapassasse a barreira do sutiã que minha aluna escolheu a dedo para me enlouquecer e toquei o bico do seu seio. Estava completamente intumescido. Caralho! Isabella me dominava com suas reações. Foi mais forte do que eu. Segurei com força e depois aliviei a pressão com medo de machucá-la, deixei que meus dedos brincassem naquela região desejando que minha língua pudesse fazer o mesmo caminho. Ela gemeu dengosa. Puta que pariu! Eu queria comê-la de todas as formas possíveis. Eu podia? Merda! Mas eu queria tanto.
    Desci meus lábios pelo seu corpo. O sabor da sua pele misturado ao da caneta mágica era inebriante. Isabella gemia agarrada em meus cabelos. Eu sabia exatamente o que ela queria e posso garantir que queria o mesmo. Quando minha língua tocou a região interna da sua coxa, me deixando ainda mais próximo do local mais desejado por mim, no momento, pensei que não seria capaz de me segurar mais. Minha aluna estava pronta para mim e eu louco para dar mais este passo com ela. Jasper estava com a razão.
    Meu corpo assumiu as rédeas da situação, antes que pudesse processar a informação agiu sem que eu pudesse evitar. Eu não tinha mais controle de nada.  Deixei que meus dedos invadissem o limite da sua calcinha e a toquei intimamente. Puta que pariu! Isabella arqueou o corpo, enlouquecida de prazer. Ela estava tão molhada que me deixou com água na boca.
    - Edward! – Gemeu expressando a mais pura luxuria. Seus dedos de fecharam com mais força em meus cabelos.
    Subi pela sua barriga mordiscando e lambendo toda a região. Ela se agitou fazendo com que seus quadris forçassem o movimento de meus dedos em seu sexo. Passei o polegar levemente pelo seu ponto frágil e ela gemeu mais alto.
    - Oh Deus! Edward... – Puxou o ar com força tirando toda a minha capacidade de resistir.
    Afastei o seu sutiã e tomei seus seios com a boca. Isabella apertou ainda mais seus dedos em meus cabelos me puxando firme, como se quisesse evitar que eu desistisse de tomá-la.  Como se eu fosse capaz de desistir de qualquer coisa neste momento. Eu estava tão sedento que se ela me pedisse para latir eu latiria sem a menor vergonha.
    Deixei que meu polegar brincasse com seu clitóris sem fazer muita pressão. Ela explodiria a qualquer momento. Eu explodiria a qualquer momento. Meu pau estava tão inchado e latejava de maneira tão absurda que não me deixava pensar em nada que não fosse “alívio”.
    Suguei seus seios, ora um ora outro, passando minha língua em seu bico rosado. Era uma linda imagem. Extremamente excitante. Isabella era linda e sexy de uma maneira tão perfeita. Existia nela uma mistura totalmente equilibrada que me fazia desejá-la cada vez mais. Isso nunca tinha acontecido antes. Não que eu nunca tivesse tido mulheres lindas e sexy, é claro que já tive, mas a forma como estes dois adjetivos se apresentavam em minha aluna era diferente, não havia em mais ninguém.
    Ela se remexia em meus dedos. Puta merda, menina! Não me force a fazer isso. Não me tente. Eu...
    - Edward! – Gemeu com mais força. – Por favor! Eu...
    - Não fale assim, Isabella – adverti ciente do meu desespero com medo de ceder.
  - Por que? – Seus olhos, que pareciam chocolate derretido, se abriram me encarando. Céus! Ela era pura luxuria.
    - Porque se você continuar gemendo desta forma... Eu vou comer você, garota!
     Puta que pariu um milhão de vezes. Bastou eu dizer estas palavras, olhando em seus olhos suplicantes, para assisti-la se contorcer em meus dedos se entregando a um orgasmo absurdamente delicioso. Oh Merda! Ela fechou os olhos, entregue ao prazer enquanto seu corpo convulsionava a minha frente. Se ela esperasse mais dois segundos... Não. Eu já tinha ido longe demais. Já tinha dado a ela o que tanto necessitava. Agora bastava. Mesmo que meu pau não concordasse comigo. Mesmo que minha boca continuasse sedenta pelos seios dela. Mesmo que meus dedos continuassem acariciando o meio das suas pernas... Merda!
     Fui forçando meu corpo a voltar à consciência enquanto Isabella, deitada sobre a minha mesa com a respiração acelerada e ainda mexendo levemente o corpo se recuperava. Quando ela abriu os olhos e me encarou, entendi que aquilo não seria o suficiente para ela e muito menos para mim. O fogo continuava lá. Nos encaramos por um tempo que pareceu uma eternidade até que não resistimos mais.
    Isabella levantou o corpo a uma velocidade improvável para um ser humano, e eu acredito que também me movimentei ao seu encontro. Quando, finalmente nos encontramos, o mundo parecia ter desaparecido. Ela se agarrou a mim, se esfregando de maneira ensandecida, enquanto eu a recebia da mesma forma, Minhas mãos sedentas passearam pelo seu corpo sem deixar qualquer parte livre delas. Nossos lábios se devoravam.
    E então... A campainha tocou.
    Isabella não cedeu nem um centímetro. Ela parecia não ter percebido nada. Sem separar minha boca da dela e, principalmente sem tirar minhas mãos dos seus quadris forçando meu sexo contra o dela, resolvi ignorar quem quer que fosse. Eu precisava da minha aluna e nada mais importava para mim naquele momento.
    Infelizmente, quem estava lá fora não desistiu e a campainha tocou mais uma, duas, três vezes, até que a pessoa começou a bater na porta. Travei completamente. Afastando Isabella e me forçando a ignorar seu gemido de protesto, resolvi que deveria descobrir quem estava lá fora. Só então ela se deu conta do que acontecia e me olhou sem saber como reagir.
    - Vá para o meu quarto. Eu a encontro lá em alguns minutos – beijei seus lábios doces e quentes para deixar claro que continuaríamos de onde tínhamos parado.
 POV Bella

    Edward me mandou subir e aguardar por ele. Foi difícil dar o comando certo para que minhas pernas entendessem que precisávamos andar e meus lábios aceitassem que não poderiam ter os dele, por hora.  Meu corpo pegava fogo mesmo depois do orgasmo perfeito que ele tinha me proporcionado. E o que foi isso? Meu corpo se partiu em vários pedaços sem me causar dor e tudo porque ele disse abertamente que queria transar comigo. Não. Ele disse que queria me “comer”.  E foi o suficiente.
    Subi as escadas enquanto ele ia em direção à porta, quando cheguei ao último degrau ouvi a voz de uma mulher. Fiquei curiosa. Quem seria? Parei e sentei no degrau para ouvir melhor o que diziam. Edward não deixaria que ninguém se aproximasse da escada, então me senti segura. Apurei os ouvidos e fiquei bem quietinha.
    - Você parece nervoso – Eu conhecia aquela voz de algum lugar. Ouvi a risada rouca de Edward. Ele estava mesmo nervoso. Dava para perceber.
    - Estou um pouco cansado. Apenas isso – Eu podia imaginá-lo passando as mãos nos cabelos de maneira nervosa.
    - E suado. Estava se exercitando? – Puta merda! Outra risada rouca e nervosa.
    - Um pouco – Ok. Eu tinha feito ele se exercitar... Em mim.
    - Trouxe um vinho. Já é hora de descansar um pouco Cowboy – Cowboy? Segurei o riso.
   - Não acho que seja uma boa ideia, Tanya. – Tanya? Claro! Tanya Denali. Professora da faculdade. Droga! Eles tinham um caso?
    - E o que você quer fazer Edward? Existem várias formas de relaxar. – Silêncio. Ah merda! O que eles estavam fazendo? Droga! Droga! Droga!
   - Tenho muito trabalho hoje. Talvez em outro dia – mais silêncio. Tentei ouvir se havia barulho de lábios se tocando.
- E esse momento vai demorar a acontecer? – ela falava de maneira melosa. Desisti de ouvir e levantei. Queria sumir de lá.

POV Edward.

    Fui abrir a porta tentando ajeitar meu corpo dentro das roupas. Meu pau latejava e insistia em querer ultrapassar a barreira das roupas. Mesmo com o susto ele não tinha cedido nem um pouco. Isabella conseguia me enlouquecer de tesão. Assim que abri a porta dei de cara com Tanya. Oh droga! O que ela está fazendo aqui?
   - Oi! – Sua voz melosa pela primeira vez me pareceu enjoativa. Tanya passou por mim entrando sem ser convidada. – Vi seu carro na garagem. Estava dormindo? – Ela percorreu meu corpo com os olhos e sorriu de maneira safada. Em outros momentos eu aproveitaria a noite levando-a para a cama e satisfazendo os seus desejos, mas agora...
    - Não – fechei a porta imaginando o que Isabella pensaria se soubesse que Tanya estava ali. E o que Tanya pensaria se descobrisse Isabella em minha casa? Se a visse com aquela calcinha mínima e aquele sutiã que deixava seus seios incrivelmente deliciosos. Caralho! Meu pau latejou com as lembranças.
    - Você parece nervoso. – Excitado. Mais precisamente. Mas não poderia dizer isso a ela.
   - Apenas um pouco cansado. – Passei as mãos pelos cabelos. Queria que Tanya fosse embora logo mas nunca poderia dizer a ela.
    Tanya não podia descobrir Isabella em minha casa. O que ela faria com esta informação? Com certeza eu seria desacreditado e o projeto de Isabella seria interditado. Não. Isso não poderia acontecer. Imediatamente senti meu tesão se esvair.
     - E suado. Estava se exercitando? – Ri um pouco sem saber o que deveria responder.
   Tanya me olhava com olhos gulosos. Minha única vontade era de acabar logo com aquilo tudo. Eu devia estar maluco. Como pude pensar em transar com minha aluna? Como pude permitir que chegássemos a este ponto? Deus! Eu estava acabando com a vida dela. Que egoísta eu era.
    - Um pouco. – Não podia deixar que as lembranças da forma como me exercitei invadissem minha mente. Eu ainda sentia o sabor da sua pele em minha língua e a deliciosa sensação de tocá-la na ponta dos meus dedos.
    - Trouxe um vinho. Já é hora de descansar um pouco Cowboy – que mania horrível de colocar apelidos ridículos. Respirei fundo tentando focar em nossa conversa e não em Isabella em meu quarto... Em minha cama... Esperando por mim...
    - Não acho que seja uma boa ideia, Tanya. – Ela sentiu o golpe da minha recusa.
    Nunca tivemos nada, mas eu a mantinha em banho-maria. Não sabia muito bem o motivo, já que meu interesse nela era mínimo fazia isso apenas para tê-la ao alcance das mãos. Talvez Jasper não estivesse com tanta razão assim. Tanya podia servir para aliviar a minha tensão e quem sabe, me ajudar a tirar a ideia absurda de ter Isabella de minha cabeça.
    - E o que você quer fazer Edward? Existem várias formas de relaxar – Ela se aproximou lentamente e acariciou o meu rosto. Fiquei tenso. O que poderia fazer? Não podia, e nem queria, nada com ela naquele momento.
    - Tenho muito trabalho para hoje. Talvez em outra hora. – Ela me olhou por alguns segundos, depois seus olhos brilharam com a promessa. O que eu podia fazer?
      - E esse momento vai demorar a acontecer? – Puta que pariu!
    - Não. Eu ligo. – Ela sorriu sendo muito sedutora. Achei estranho meu corpo não reagir àquele sorriso.
    - Ok. Vou aguardar. Vejo você amanhã? – fiquei sem entender o que ela queria. – Na faculdade.
    - Ah, claro! Tenho aula amanhã cedo.
    - Então... Até lá – Tanya se aproximou e me deu um beijo leve nos lábios. Aguardei alguma reação e nada aconteceu. Afastei-me.
    - Até lá – Droga! Eu queria que ela sumisse da minha frente.
    Tanya saiu e voltou logo em seguida.
  - Aquele trambolho não é o carro da Bella?– Quase enfartei. Olhei para ela tendo consciência de que meus olhos estavam arregalados.
    - Ah, não sei... Bella? – Ela sorriu despreocupada.
    - Sua aluna, Isabella Swan, Edward – riu. – Ela mora por aqui? – Bella. Era assim que todos a chamavam? Gostei.
  - Não sei – tentei ser natural. – Nunca vi ninguém da faculdade por aqui. Acho pouco provável.
   - Eu não. Ela é rica. É muito provável que o pai dela lhe proporcione uma vida espetacular – Opa! Uma novidade. Isabella era rica? Como assim?
    - Ah é? – Fiz um esforço enorme para não parecer interessado.
    - Sim. O pai dela é dono de uma rede de hospitais em Phoenix e outras regiões – ela olhou para o carro com cara de nojo. – Não sei por que ela insiste em andar tão desarrumada, com aquela carinha de freira e este carro horroroso. Isso é uma ameaça ao meio ambiente – sorri sem muita vontade.
    - É – fiquei preso aos meus pensamentos.
    - Então... Vejo você amanhã. – Ela tentou me beijar outra vez mas eu fui mais rápido e evitei o beijo. Tinha ficado incomodado com o que ela falou sobre Isabella... Bella. Experimentei a palavra e gostei.
    Fechei a porta sem saber o que fazer. Isabella ainda estava lá, mas eu não tinha mais tanta certeza se deveria mesmo levar meu plano adiante. Subi as escadas sem saber o que dizer a Bella


POV Bella

    Entrei no quarto, louca para fugir, mas não poderia descer antes dela ir embora. Meu projeto também corria risco se fossemos flagrados. Entrei no banheiro e me joguei no chuveiro querendo eliminar a raiva que me dominava. Assim que tivesse oportunidade iria embora. Eu podia até aceitar o fato de Edward não querer tirar a minha virgindade ou de achar errado o que estávamos fazendo, mas aceitar que ele tivesse outra pessoa? Isso nunca. Jamais.
    Nem me importava se ele fazia meu corpo entrar em erupção, se ele dominava todos os meus pensamentos. Se ele conseguia me proporcionar os melhores orgasmos. Não me importava mais nada. Eu não o queria se tivesse que dividi-lo com mais alguém.
   - Bella? – Estremeci ao ouvi-lo me chamando pelo apelido. Ah droga! – Bella? Está no banho? – Será que ele não conseguia ouvir o barulho do chuveiro?  O ignorei completamente.
    Quando sai do banho, usando apenas o roupão que encontrei no banheiro, dei de cara com Edward. Ele andava pelo quarto apreensivo. Fingi não notar o seu estado e fui direto para closet, onde havia deixado as minhas coisas. Ele me seguiu.
    - Posso trocar de roupa? – Edward ficou um pouco surpreso com a minha reação. Depois pareceu envergonhado.
  - Por que mudou de humor? – Seus dedos correram os cabelos. Minha lembrança imediatamente me levou para o momento em que aqueles dedos me tocaram. Sacudi a cabeça para expulsá-las.
    - Vou para casa.
    - O que? – Não quis olhá-lo. As lágrimas já ameaçavam cair.
    - Você ouviu Edward – cerrei os dentes forçando as lágrimas a ficarem no mesmo lugar.
    - Ouvi. Só não estou entendendo. Qual é o problema? – Retirei o roupão, ficando mais uma vez nua em sua frente e comecei a vestir as minhas roupas. Ele me olhou, passou as mãos pelos cabelos, respirou profundamente e desviou o olhar. – Pensei que passaríamos a noite juntos. Você nem escreveu nada. – Fiquei enfurecida. Peguei o roupão e atirei nele.
    - Por que não convida a professora Denali? – Edward segurou o roupão me encarando surpreso com a minha reação.
    - Bella!
   - Não me chame de Bella, seu... Seu... Ah, vá à merda Edward! – Tentei passar por ele, vestindo apenas mais uma lingerie. Ele me segurou pelo braço.
    - Pare com isso, Isabella.
    - Pare você – afastei suas mãos de mim e passei para o quarto.
    - Tanya é só uma amiga.
    - Ah tá!
    - Não estou entendendo, Isabella. Não somos namorados. Nós...
  - Não somos namorados, porém você quer exclusividade, não é? Não posso sair para paquerar, nem encontrar alguém para transar, já que nem isso você quer.
   Ele me olhou sem acreditar no que eu dizia. Edward andou pelo quarto sem saber o que responder. Aproveitei e voltei para o closet à procura de roupas. Edward me alcançou sem que eu esperasse. Seus braços me cercaram me prendendo a ele.
    - Não quero brigar com você. Tanya é apenas uma amiga.
    - Isso não muda nada.
    - Muda tudo, Isabella. Você está criando uma confusão desnecessária.
    - Não muda o fato dela poder aparecer aqui com um vinho para fazer você relaxar, enquanto eu estou me desdobrando para conseguir convencê-lo a transar comigo – Ele ficou espantado com a minha sinceridade.
    - O que mais preciso fazer para que você entenda que se as circunstâncias fossem outras eu já teria feito isso com muito prazer – Ele passou a mão em meus cabelos tirando-os do rosto. – Bella, não crie problemas para nós dois. Estávamos bem. Vamos passar a noite juntos. Por favor!
    Meu coração começou a se tranquilizar. Edward sabia como me convencer a fazer tudo o que ele queria e eu desejava loucamente ceder aos seus encantos.
    - Não quero ficar entre você e outra pessoa, Edward. Não quero que você me faça de sua amante – ele riu carinhosamente.
    - Você me colocou nesta história.
    - Mesmo assim.
    - Não tenho nada com ninguém, Bella – relaxei.
    - Ok – ele me soltou.
    - Vai escrever?
    - Não. Pensei que passaríamos a noite juntos. Não consigo escrever com alguém lendo ao mesmo tempo – fui até a cama e puxei os lençóis me deitando. Edward suspirou e depois de hesitar um pouco, caminhou em minha direção.
    - Vamos jantar ou assistir a um filme.
    - Vamos conversar um pouco. Podemos pedir comida chinesa.
    - Ok. Vou providenciar.
  - Não agora. Quero conversar. – Ele subiu na cama. Estava cauteloso. Seus olhos buscavam por alguma coisa em meu rosto.
    Depois ele assumiu a postura natural de quem estava sempre no comando. Sua segurança voltou. Seus olhos brilharam e ele se aproximou mais de mim.
    - Seu cheiro é bom – sem pedir permissão ele se aproximou ainda mais e cheirou meu pescoço. Imediatamente minha pele correspondeu. – Que perfume é esse? – Seus lábios roçaram meu pescoço. Ele depositou um beijo meigo ali.
    - É água de banho – Quase não consegui falar.
    - Gostei. Combina perfeitamente bem com você. – Seus lábios se arrastaram até os meus. O toque foi suave e carinhoso. Tentei encontrar meus pensamentos e não consegui pensar em nada que não fosse ele.
    - Edward... – Sussurrei.
   - Sim – seus lábios ainda estavam nos meus, brincando com movimentos leves e sedutores. Sua língua apenas roçou a entrada da minha boca me fazendo desejar muito mais.
    Deus! Como eu queria mais. Não apenas o encontro dos nossos sexos, eu queria conhecê-lo completamente. Queria poder tocá-lo e sentir seus músculos bem definidos. Queria poder saber que eu o enlouquecia assim como ele conseguia me enlouquecer. Queria... Fazê-lo gozar e assisti-lo deliciada, como ele vinha fazendo comigo.
    - Vamos conversar. – Só de pensar em poder tocá-lo e senti-lo de maneira tão íntima tinha me deixado mais do que excitada.
    - Sobre o que quer conversar, Bella? – Seus dedos tocaram em meus cabelos molhados e desceram pelos meus braços causando arrepios em meu corpo. – O que a está deixando tão aflita?
    - Você – Fui direta.
    - Eu?
    - Sim – ele sorriu de maneira esplendida. Quase me esqueci do que queria conversar.
    - E o que eu fiz para fazer com que você quase fosse embora daqui? Tirando o episódio de Tanya, é claro.
  Olhei em seus olhos incrivelmente verdes, quase cinza. Ele era lindo. E eu o queria inteiramente para mim. De todas as formas possíveis.
   - Preciso conhecer mais do que você está me mostrando – Ele fez uma careta e desviou o olhar. – Não é justo Edward.
    - Isabella... Bella – Ele segurou em meu rosto com as duas mãos – eu não posso.
    - Mas você...
    - Eu sei. Passei dos limites. Você me provoca demais.
    - Provoco?
    - Claro – Um formigamento percorreu meu ventre. Ele me desejava também.
    - Então... – Edward me calou com um dedo em meus lábios.
    - Não posso. Já imaginou se alguém descobrir que estamos dormindo juntos? Eu destruiria a credibilidade da minha editora, não apenas por estar dormindo com uma autora, mas também pelo fato desta autora ser uma aluna orientada por mim. Entende que posso destruí-la? Você também será desacreditada, Bella. Todos vão pensar que aprovei seu projeto porque transei com você. Será terrível para sua carreira. Em qualquer outra situação eu não teria resistido tanto. Você é incrível e me tira do sério. Não tem outra coisa que eu pense durante o meu dia que não seja fazê-la mulher, mas eu não posso. Facilite as coisas. Não sabe o quanto está sendo difícil.
    - Por que não? – As lágrimas caíram sem a minha permissão. Ele tinha razão em tudo, apesar disso eu sentia um impulso muito forte de jogar tudo para o alto. Pela primeira vez em minha vida outra coisa, que não o meu livro, ocupava os meus pensamentos. Eu o queria tanto que doía.
    - Porque não é fácil sentir tanto tesão e não poder... – ele me olhou hesitando.
    - Não poder? – Edward riu sem graça
    - Não poder gozar, Isabella. Depois de um tempo causa dor. É... Complicado.
    - E injusto.
    - Não é injusto. É o preço por aceitar ajudá-la.
    - Não quero desse jeito – Edward acariciou meu rosto sem desviar o olhar.
    - Não temos outra opção. Pelo menos não agora.
    - Edward...
  - Não, Isabella. – Suspirei derrotada. Então uma ideia invadiu meus pensamentos com tamanha força que foi impossível não colocá-la para fora.
    - Preciso que me ensine mais Edward.
    - Estou ensinado muitas coisas.
    - Quero conhecer você.
    - Pergunte. O que quer saber da minha vida? – Mordi os lábios sem conseguir uma maneira mais suave de dizer o que queria.
    - Não exatamente sobre a sua vida...
    - Então o que?
    - Você me beija, me toca, conhece o meu corpo já me viu sem roupa... – Ele entendeu onde eu queria chegar, seu rosto ficou vermelho pela primeira vez.
    - Você... Você quer...
    - Quero – fui incisiva.
    - Isabella...
   - Eu preciso Edward. Preciso saber como é para você. Preciso senti-lo. Preciso que você se entregue um pouco para que eu possa conhecer sobre o que devo escrever. – Ele fechou os olhos e engoliu com dificuldade.
    - Porra, Isabella! – Sussurrou esquentando ainda mais o meu corpo.
    - Deixe-me tocá-lo. Ensine-me a lhe dar prazer. – Minhas mãos já estavam em seus braços, acariciando toda a sua extensão. – Será mais fácil se for bom para nós dois – avancei um pouco mais e meus dedos investiram por dentro da sua camisa.
    - Bella... – ainda de olhos fechados ele sussurrou meu nome. Foi a minha deixa.
   Ficando de joelhos sobre o colchão me aproximei dele colando meu corpo ao seu. Edward não reagiu. Busquei seus lábios e ele permitiu o beijo, no entanto sua mandíbula estava rígida, tensa. Corri uma mão para dentro da sua camisa tocando seu abdômen perfeitamente definido. Ele tremeu um pouco com o meu toque e se entregou um pouco mais no beijo. Minha outra mão acariciou seu pescoço brincando com os cabelos rente a nuca.
    - Tem certeza de que quer fazer isso? – Ele ainda hesitava, mas eu queria muito poder senti-lo de maneira mais íntima. Queria tê-lo em minha mão. Saber como era.
   - Eu quero você, Edward – com um gemido ele me cercou com seus braços colando nossos corpos com fúria.
    Enquanto passava suas mãos pelo meu corpo, acariciando minhas costas, braços, coxas e bunda, eu também explorava o seu corpo maravilhoso. Edward tinha costas largas e músculos definidos que se retesavam e relaxavam em minhas mãos. Levantei sua camisa para senti-lo melhor.
   - Tire a camisa – pedi e ele logo obedeceu. Parei para encará-lo sem me sentir envergonhada. Passei minha mão pelo seu peitoral enquanto ele me assistia. – O que devo fazer?
    - O que quer fazer? – Sua voz estava rouca.
    - Quero tocá-lo – Ele sorriu me incentivando a continuar. – E... Quero beijá-lo... Aqui – Passei meus dedos pelo peito do meu professor, depois desci pela sua barriga. – E aqui... – Ele fechou os olhos e outra vez sua mandíbula ficou rígida. Como não disse nada, deduzi que poderia fazer.
    Passei meus lábios em seu peito e Edward gemeu baixinho. Fiquei emocionada com a minha capacidade de fazê-lo sentir prazer. Então beijei seu peito e deixei que minha língua brincasse uma vez ou outra em algumas partes. Ele segurou com delicadeza os meus cabelos me conduzindo conforme a sua vontade. Beijei sua barriga seguindo o caminho de cabelos claros e ralos que desciam até o limite da sua calça.
    Edward me levantou e tomou meus lábios num beijo selvagem. Nossos corpos caíram sobre a cama, onde ele se posicionou sobre o meu corpo. Todo o seu peso era contido pelo seu braço esquerdo enquanto a mão direita apertava meu corpo contra o dele. A fricção do seu sexo no meu me acendeu completamente. Edward estava duro e roçava sua ereção em mim com delicadeza. Seus beijos acompanhavam nossos movimentos. Ele afastou meu sutiã e logo seus lábios se apossarem do meu seio engolindo-o por completo. Sua língua fazia estragos em minha pele já sensível.
    Eu gemia sem pudor.
    Quando senti sua mão descendo entre minhas pernas segurei seu pulso com força e o encarei.
   - Não Edward. É a minha vez. Quero fazer isso com você – ele me olhou por alguns segundos avaliando o meu pedido.
    - Certo. Mas primeiro as damas.
   Sorriu de maneira diabólica e no mesmo segundo seus dedos invadiram minha calcinha me tocando de maneira absurdamente deliciosa. Seus lábios estavam em todos os lugares. Meu desejo era tamanho que arqueei as costas forçando maior contato dos seus dedos com meu sexo. Eu o queria dentro de mim.
    - Hey, assim não meu bem. – Censurou-me ao perceber que eu me movimentava de forma a forçar a penetração. – Assim eu posso machucá-la.
    - Não vai me machucar, Edward.
   Ele acariciou meu centro com o polegar me arrancando um gemido felino que sequer imaginava ser capaz de emitir e deixou que seu dedo indicador entrasse um pouco. Foi apenas um pouquinho, porém suficiente para me fazer esquecer o mundo.
   - Assim está melhor? – Ele circulava a língua em meu mamilo. Eu quase não conseguia falar.
    - Ah Edward!
  - Isabella, você vai me fazer perder a cabeça com estes gemidos – seus dedos me atingiram com mais pressão ao mesmo tempo em que ele sugou meu seio com avidez.
   - Puta que pariu! – Fui incapaz de controlar o palavrão. Edward riu e mordeu o bico do meu seio que estava em sua boca. – Ai! Desculpe, foi mais forte do que eu.
   - Tudo bem. Esta é uma boa hora para xingar – seus dedos trabalharam com mais vontade e eu gemi mais alto me contorcendo. – Meu Deus, Isabella! Como eu queria dentro de você agora – Enterrou o rosto em meu pescoço avançando o dedo um pouco mais.
    - Edward... Edward... Eu...
    - Sim, Bella... Agora.
   E eu gozei sentindo meu corpo afundar em uma banheira de água quente e prazerosa. A sensação do orgasmo era sensacional. Eu podia sentir meu corpo boiando nas águas doces de uma imensa banheira enquanto ao mesmo tempo centenas de pequenos choques me atingiam.
    - Assim, Bella. – Ainda ofegante abri os olhos e o encontrei sedento de desejo por mim. Não tive tempo para me recuperar.
   - Agora é a minha vez. – Avancei sobre ele. Edward não me impediu de empurrá-lo de costas no colchão e subir sobre o seu corpo.
    - O que quer fazer?
   - Tocar você. – Ele fechou os olhos e engoliu em seco. Rebolei descaradamente em sua ereção. Edward gemeu.
    - Você já me tocou Bella.
   - Não. Quero fazer como você faz comigo. Quero senti-lo em minhas mãos Edward. – Ele abriu os olhos e concordou comigo. – Preciso que me ensine.
    - Certo. Venha aqui – ele me puxou para o seu lado. – Preciso que você comece. Mostre-me como acha que deveria ser.
    - Primeiro você tem que tirar as calças – ele sorriu de maneira sacana e arrancou as calças com um puxão. Fiquei um pouco assustada com a sua ereção sobressaindo da cueca boxer. Meu Deus! Aquilo era... Tão Edward!
    - Agora venha. – Segurando em minha mão ele voltou a deitar me deixando sobre ele. – Toque-me.
    Timidamente deixei que meus dedos acariciassem de leve a sua ereção ainda por dentro da cueca. Testei um pouco mais e passei minha mão inteira. Desta vez Edward gemeu. Abaixei a cabeça e beijei a sua barriga. Edward acariciou meus cabelos. Sem esperar pela sua permissão, deixei que minha mão entrasse pela boxer branca e o toquei de verdade. Edward fechou os olhos e abafou um gemido.
    Aproveitei seus olhos fechados para avaliar mais de perto o que eu tinha em mãos. Não era a primeira vez que eu via um pênis. A internet estava cheia de fotos que alimentavam muito bem a imaginação das pessoas, mas tê-lo ali, em minhas mãos, tão perto de mim me causou um frenesi que quase não consegui conter.
   Era longo e grosso. Um pouco rosado e cercado por veias grossas. Latejou quando o apertei em meus dedos. Olhei para Edward e constatei que me observava com olhos atentos. Fiquei visivelmente envergonhada.
    - Não sei como fazer – Edward segurou em minha mão e gentilmente a conduziu pelo seu membro.
    - Assim – com sua mão firme na minha ele me fez acompanhá-lo. Repeti o percurso da forma como ele me ensinou. Meu professor gemeu e se movimentou em minha mão. Fiquei deliciada.
    - Você gosta? – Ele mordeu os lábios.
    - Sim.
    - É só isso? – Edward sorriu largamente.
    - Não. Você pode variar a velocidade e a pressão, conforme a situação.
    - Ah! – olhei para o seu membro tão duro em minha mão. Eu queria que ele estivesse em mim. Em minha boca. Constatei chocada o meu desejo, meu centro já começava a se manifestar. – Assim? – aumentei a velocidade e Edward arqueou o corpo mordendo os lábios.
     - Como você quer Edward? – Ele gemeu alto e se conteve fazendo um esforço exaustivo.
   - Assim – guiando minha mão Edward me fez segurá-lo com menos força, no entanto o movimento ficou mais veloz. Tentei repetir da forma exata como ele tinha me ensinado.
    - Puta merda, Isabella! – Gemeu jogando o rosto para trás. Avancei sobre o seu corpo e lambi seu pescoço percorrendo o caminho até sua boca. Mantive o movimento de minhas mãos.
    Edward era lindo surfando. Era lindo ensinando. Era lindo dirigindo. Era lindo até mesmo lavando os pratos, mas nada se comparava a Edward sentindo prazer. Era espetacular.
    Alcancei seus lábios e ele me beijou com urgência enquanto seu corpo se movia em direção a minha mão. Edward segurou com força um dos meus seios e o apartou gemendo em meus lábios. Intensifiquei a velocidade e apertei um pouco mais a mão em seu membro.
    - Assim, Bella. Assim.
   - Goze para mim Edward. – Não sabia como era capaz de dizer essas coisas, apenas sentia o impulso e falava e quando via já tinha causado aquele efeito em nós dois.
    - Puta que pariu! – Ele articulou as palavras por entre os dentes e minha mão foi invadida por um líquido grosso e viscoso. Edward segurou minha mão com força impedindo que eu continuasse com os movimentos e gemeu da maneira mais gostosa que eu já tinha visto. Todo o seu corpo enrijeceu enquanto ele gemia e gozava.

    Eu assistia a tudo hipnotizada. Era lindo demais. Prefeito demais. Gostoso demais. Era Edward. Puro, simples e entregue a mim como eu nunca imaginei.



Nota final
E aí, quem gostou levante a mão huhuhuhuhuhuhuhuhuh Vamos comentar meu povo e não esqueçam de comprar Segredos tá? Tb quero recomendar o livro de meu amigo Vitor (vou colocar uma postagem nova falando sobre ele), o nome é "Átron" e o livro é muito bom mesmo. Aqueles que gostam de fantasia é só entrar em contato com ele pelo blog http://vitorcomh.blogspot.com.br/ Bjs.

28 comentários:

UM OUTRO ÂNGULO disse...

Menina !!!!!!!!!!1
Tô abafada !!!!!!!!!!!!!!!!! hehehehehe

Renata Pereira disse...

Uau q delícia de aula kkkk Tânia tinha q interronper :/quero mais aulas;)bjs Tati ♥

Fernanda disse...

Meu Deus do céu...
O que foi isso amiga?
Me deu até calor...
Affff...
E esqueceu da propaganda da caneta...
O que foi aquilo...
Tem que fazer tbm...
kkkkkkkkkkkkkkk
Muitooooooooooooo bom....
Cada dia mais quente...
Amiga nao é a toa que vc sonha com esses dois todas as noites...
Ufaaaa....
Beijocasssss
Amo vc
Esperando o próximo...

Fernanda Bella F disse...

Amei amiga!!!
O que foi isso?!
Estou hiperventilando até agora!!!
Perfeito!
Necessito de um Professor desse pra mim...
Bella vai matar o coitado desse jeito.. Pelo menos agora ela achou um jeito de aliviá-lo...
Tô achando que ele não vai conseguir se segurar por muito tempo não!!
E a Putânia estragando o momento! Aff. pra ela!
Bjokas flor e até o próximo capítulo!!

Fernanda Bella F

Tati Cabral disse...

Sangue de Jesus!!!!!!
Nem quero imaginar se eles tivessem continuado sem a interrupção da Tanya....

Com esse profe eu usaria caneta, lápiz de cor, canetinha e a aquarela do Toquinho!!!!!

mirsihpascoal disse...

Eita professor, hein ! Minha nossa senhora, tô precisando de um desses pra mim
Kkkkkkk

Dani Oliveira disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Dani Oliveira disse...

Que capítulo, hein?!
Amei...Deus esse Professor acaba
com qualquer um!! kkkkkkkkkk!! ;)
To vendo ele não vai resistir por muito tempo!!!
Beijo e até o próximo capítulpo!!!

Sofia disse...

Tânia aparecendo para estragar tudo. Sempre….
Raios de mulher. Pelo menos deu para o Edward perceber que a Bella é única. Ahahha
Estes dois são fogo puro juntos. Quero ver só o Edward a resistir mais tempo á Bella.
Ela vai levá-lo ao limite rapidinho….
Feliz que não tenha desistido da fic.

Marla Costa disse...

Ui.... amei... Preciso comentar mais??? É que agora não dá sabe.. Ainda estou sobre os efeitos do capítulo... Bjos Tati... Fui........................

Guerreira Solitária 12 disse...

Que capitulo tati eu amei
bjos e posta maisgj

Unknown disse...

Gente, o que foi tudo isso?
Esse capítulo foi muito, muito quente,acho que Edward tem que chegar logo aos finalmente, ou ele vai enlouquecer e enlouquecer a Bella. Se não fosse a chata da Tania, isso já tinha acontecido
Ansiosa para o próximo capítulo, bjos da Sol

Evelyn Eve disse...

Meu deus sem palavras o capitulo tava mais que maravilhoso estava divinoooooo

Adriana Prado disse...

Estou louquinha pra saber quando será o dia que ele vai perder a cabeça de vez e fazer o a menina tão desesperada quer!

Suelen Cybis disse...

UAUUUUUUUUUUUUUU
Pensa num capitulo gostoso de ler... agora bora eu comprar a tal da caneta... deve ser uma delicia mesmo...

Leila disse...

simplismente show !!!! adorando a fic

Claudia Sula disse...

tatiana,que capitulo foi esse, arrasou, nossa que delicia de prefessor,vou comprar uma caneta dessas pra dar pro meu marido no dia dos namorados kkkkk. Por favor não demora pra postar o proximo cap. bjs,

Unknown disse...

Capítulo super HOT, bom para esquentar minha noite........

Tina disse...

Suando, calor total por aqui, já estava com saudades do professor rsrsr Parabéns Tatiana, cada capítulo é melhor que o outro. Ansiosa pelo próximo rsrsrsr Bjsss

Maria Claudia disse...

Bom dia Tati meu amor até que fim vc trouxe o nosso professor de volta rssss e eles voltaram com estilo hein amiga kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk fala pra mim q cap delicia foi esse hein e isso que eles nem chegaram ao finalmente, mas as preliminares estão arrasando kkkkkkkkkkkkkkkkk suspiro ainda bem que agora uso protetor de calcinha amiga rsssss ... então só queria deixar avisado que o face bloqueo minha conta então estou sem acesso e não to com muita cabeça para tá resolvendo isso. Também reclamei lá no nyah por vc não acho justo que uma sem criatividade copie em palavras chulas sua fic e fique por isso mesmo amiga amo vc tá me deixa atualizada por email ou esse ou o do hotmail tá bjcs no coração Mary Pattinson

Unknown disse...

Amei, Amei, Amei

Tudo isso e " a coisa" ainda nem começou p valer. Caraca Tatiana....totalmente 3D

Agora começa a tortura em espera pelo próximo capítulo... Vou surtar!!!!


Mais pleaseeeeeeeee logo

Bjsssssss

Katia -- kacrisss

Michele Mello disse...

Simplesmente apaixonada por esse professor!!!Já ansiosa pelo próximo capítulo!!bjs

Kelli Panhozzi disse...

Meu Deus que capitulo foi esse?
Amei demais *-*
Tânia sua maldita, tinha que atrapalhar?

Beijos linda :D

Nick Costanzi disse...

Muito perfeito, cada vez melhor, por incrível que pareça! :)
Beijos! até a próxima!

Aieska. disse...

AI QUE ÓTIMO! Super hot! Mas enfim, tava eu, desesperada no Nyah procurando onde vc tava postando e achei! *---*
Quero mais capitulos *---*

Monica disse...

Que isso hein???? Que capítulo mais que hot. Pelo visto essa aluna tb está ensinando muitas coisas.
Amei d+++ da conta sow.
Parabéns Tati, essa FIC é, simplesmente, espetacular.
Bjs Monica/Nina Robsten

Cookie Robsten disse...

AMEEEEEEEEEEEEEI <3

Amanda Martins disse...

Ameeei .

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